Necropolítica

Necropolítica El Nuevo Capitalismo Del Siglo XXI Se Rige Por La Necropol Tica Y El Gobierno Privado Indirecto Ahora Impera Una Nueva Concepci N De La Soberan A La De Aquellos Actores Internacionales Que Deciden Qui N Debe Vivir Y Qui N Debe Morir En Un Momento Dado, Atendiendo A Criterios Estrictamente Econ Micos Y Las Nuevas Guerras, En Consecuencia, Son Actos B Licos Nom Dicos Que Realizan Empresas Privadas En Connivencia O No Con Los Estados, Poco Importa Que No Buscan Obtener Territorio Ni Someter A Las Poblaciones Tan S Lo Afianzar Recursos Estrat Gicos Y Obtener Beneficios Inmediatos A Cualquier CosteLa Necropol Tica Ha Conseguido Transformar A Los Seres Humanos En Una Mercanc A Intercambiable O Desechable Seg N Dicten Los Mercados Esta Nueva Forma De Gesti N De Las Poblaciones Quiz S M S Evidente En El Denominado Tercer Mundo Y, En Particular, En El Continente Africano Es Un Paso M S Respecto De La Biopol Tica Enunciada Por Foucault Una Nueva Manera De Entender La Realidad En La Que La Vida Pierde Toda Su Densidad Y Se Convierte En Una Mera Moneda De Cambio Para Unos Poderes Oscuros, Difusos Y Sin Escr Pulos

Joseph Achille Mbembe, known as Achille Mbembe born 1957 , is a Cameroonian philosopher, political theorist, and public intellectual.He has written extensively in African history and politics, including La naissance du maquis dans le Sud Cameroun Paris, Karthala, 1996 On the Postcolony was published in Paris in 2000 in French and the English translation was published by the University of Calif

[EPUB] ✰ Necropolítica  By Achille Mbembe – Ultimatetrout.info
  • 128 pages
  • Necropolítica
  • Achille Mbembe
  • Spanish
  • 12 February 2017
  • 9788496614192

10 thoughts on “Necropolítica

  1. says:

    Leitura rapid ssima que adentra os meandros da necropol tica, ao contr rio do que se pensa o seu auge n o foi com o holocausto nazista, mas sim com a pol tica de imperialismo colonial, na es invadidas e suas popula es sentenciadas morte em nome de uma supremacia europeia Mbembe ainda d o parecer que isso que ocorre hoje na Palestina tamb m.

  2. says:

    Mbembe escreve como um acad mico franc s herm tico, prolixo, po tico e insuportavelmente dif cil de ler Talvez um leitor mais erudito que eu consiga saborear suas refer ncias de forma plena e instigante, mas mesmo se assim for creio ser minha obriga o criticar um estilo de escrita que, apesar de tratar de quest es graves de regi es perif ricas e invisibilizadas, se apresente como um doce a ucarado para uma elite intelectual A impress o persistente que se trata de um debate e conceitos est reis em tudo que concerne a transforma o social pragm tica, mas com grande potencial de uso em rodas de conversas aonde se come caviar uma pena Afinal, o conceito de necropol tica me pareceu pretender apontar os pontos cegos da no o foucaultiana de biopoder Mbembe mostra como o exerc cio do poder e a soberania em regi es extremamente subalternas na ordem mundial se baseia em criar terror e morte constantemente e em escala monstruosa como a no o de ra a, presente tamb m na biopol tica, ainda orienta a constru o da imagem de um inimigo cuja morte nos deixaria mais forte e, mais fundamentalmente, como a ideia de Estado na o extremamente cara biopol tica tem pouca aplica o nas regi es subalternas Nestas regi es Palestina, ex colonias africanas, colonias de plantation, para citar exemplos , o controle sobre uma faixa territorial balela perto da soberania vertical, do controle absoluto sobre como as pessoas vivem e se movimentam em um territ rio Mbembe aponta para uma fus o interessante entre poderes locais e poderes transnacionais para cria o de grupos armados que fazem o controle de uma por o de territ rio Nestas reas pouco importa a dif cil constru o de uma autoridade soberana, mas sim a for a armada, a capacidade de criar morte e terror, o necropoder Assim como Foucault, Mbembe busca efetivamente as t cnicas de disciplina, controle e poder exercidas nas regi es subalternas Enquanto o franc s via o nascimento de ci ncias estat sticas no s culo XVII como essencial ao exerc cio do biopoder, o camaron s fala das tecnologias que controlam pelo alto, avi es, drones, torres Al m de armas com capacidade de produzir imediatamente genoc dios e destrui o em massa.Fora isso, o livro perde muito tempo tentando expor seu lastro te rico filos fico com trechos insuportavelmente longos e in teis em que se despeja no leitor considera es que s se sustentam com base na autoridade dos autores que a conceberam Eu removeria isso e trocaria a parte por resumos jornal sticos sobre a situa o nas regi es tratadas Na verdade, senti muito a necessidade de ler sobre os horrores concretos que serviram de inspira o ao conceito do que continuar lendo uma masturba o te rica feita justamente para ser lida em sala de jantares de pa ses desenvolvidos.Me permito uma nica exce o gostei muito da frase de Bataille que diz que a com dia o auto engano volunt rio do ser humano diante da trag dia absoluta da morte.

  3. says:

    Un libro cuya lucidez sobre el terror moderno, el necropoder y su relaci n con los estados de la modernidad tard a, resultan indispensables para comprender las m quinas de guerra globales y, entre ellas, las de M xico Cito en nuestro mundo contempor neo, las armas se despliegan con el objetivo de una destrucci n m xima de las personas y de la creaci n de mundos de muerte, formas nicas y nuevas de existencia social en las que numerosas poblaciones se ven sometidas a condiciones de existencia que les confieren en status de muertos vivientes.

  4. says:

    Texto bastante interessante para se pensar sobre o poder da morte a necropol tica , mas deixa a desejar no que diz respeito cr tica em rela o ao Estado de Israel Mbembe refor a a ocupa o da Palestina como uma das formas mais atuais da necropol tica, mas pouco fala do Estado que exerce esse poder de morte.

  5. says:

    Ainda estou no in cio dessa tentativa de compreender viol ncia, mundo contempor neo e outros assuntos Creio que preciso ter a no o de biopol tica do Foucault antes de embarcar nesse livro, pois ele parte desse ponto.

  6. says:

    Najwa niejsza ksi ka jak przeczyta am w yciu

  7. says:

    3.5

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